sábado, 17 de julho de 2010

Braga

Bom Jesus do Monte
Funicular

Igrejas, mansões do século 18 e belos jardins dão charme e interesse especial ao centro de Braga, hoje rodeado por bairros mais recentes que cresceram com o desenvolvimento urbano da região.Chamada nos tempos romanos de Bracara Augusta, Braga tem um longo passado como centro religioso e comercial, No século 12, tornou-se sede do arcebispado português e capital religiosa do país.

Como explorar Braga: o pequeno centro histórico se estende ao redor da praça da república, a principal da cidade. Nela, encontra-se a Torre de Menagem, do século 14, única construção restante das fortificações originais, Perto da torre fica a rua do Souto, com elegantes lojas e cafés, entre eles, o Café a Brasileira. No fim da rua está a imponente Sé, a catedral da cidade. Outras igrejas que merecem uma visita é a capela dos Coimbras e a Santa Cruz.

Bom Jesus do Monte:

Em uma encosta coberta de árvores fica o mais espetacular santuário de Portugal. /em 1722, o arcebispo de Barga teve a idéia de construir a gigante Escadaria do Bom Jesus, em estilo barroco, para dar acesso a um pequeno santuário. A escada e a nova igreja foram concluídas por Carlos Amarante em 1811. A parte inferior é um íngreme via crucis com capelas em todas as 14 estações da Paixão que culmina na crucificação de Cristo. O Escadório dos Cinco Sentidos, na parte intermediário da construção, representa os sentidos com fontes e estatuas bíblicas, mitológicas e simbólicas. Há um trenzinho como alternativa às escadas, chamado de funicular, instalado em 1882. Funciona através de um mecanismo hidráulico e sobe até a praça ao lado da igreja em 3 minutos.

FONTE: Guia Visual Publifolha.


sexta-feira, 16 de julho de 2010

Santiago de Compostela


Santiago de Compostela


Na idade média, Santiago de Compostela era o terceiro mais importante destino de peregrinação dos cristãos, perdendo para Jerusalém e Roma. Em volta da Praça do Obradoiro, há um conjunto sem igual na Europa. O granito da região dá uma unidade à mistura de estilos arquitetônicos. Com ruas estreitas e praças antigas, o centro da cidade é bem compacto e pode ser percorrido a pé. Pontos altos:

- Convento de San Martino Pinaro: a igreja barroca deste monastério tem um enorme altar duplo e uma fachada plateresco adornada com figuras entalhadas de santos de bispos.

- Hostal de los Reyes Católicos: construído como hospedaria para os peregrinos doente, é hoje um hotel luxoso.

- Convento de San Paio de Antealtares: é um dos monastérios mais antigos do mundo, fundado no século 9º para abrigar o tumulo de São Tiago, que hoje está na Catedral.

- Praça das Praterias: o portão dos ourives de Catedral se abre para uma praça muito charmosa com a fonte dos cavalos no centro.

- Catedral: este grandioso espetáculo de torres dá as boas vindas aos peregrinos que chegam a Santiago. Embora a parte externa tenha sido remodelada ao longo dos séculos, o interior está praticamente intocável desde o século 11.

- Plaza do Obradoiro: é uma das praças mais bonitas do mundo, além de ser o ponto de encontro dos peregrinos. A fachada barroca da Catedral domina a praça.

P.S.: cada vez que eu leio a história de alguma praça, lembro do Profº Fúlvio e da Profª Silmara nas aulas de paisagismo e de arquitetura brasileira!



Salamanca

Salamanca

A cidade universitária de Salamanca é o melhor exemplo de arquitetura renascentista e plateresca da Espanha. Fundada como um povoado Ibérico na época pré-romana, a cidade caiu em poder de Aníbal em 217 a.C. Os irmãs Churriguera se destacam entre artistas e artesãos da cidade. Suas obras podem ser vistas em muitos dos edifícios de Salamanca.

- Plaza Mayor: Essa praça do século 18 é uma das maiores da Espanha. Do lado leste fica o Pavilhão Real com o busto de Filipe V que construiu a praça.

- Palácio de Fonseca: construído em 1538 pelo arcebispo Alonso de Fonseca.

- Torre del Clavero: esta torre do século 15 possuiu torrões originais adornados com o brasão de seus fundadores.

- Iglesia-Conventa de San Esteban: a fachada plateresca de igreja é entalhada com um relevo delicado. Acima da porta há um friso com medalhões e brasões.

- Convento de la Dueñas: Esculturas de demônios, caveiras e rostos atormentados nos capitéis de belo claustro de dois andares contrastam com os delicados entalhes da Virgem Maria.

- Puente Romano: a ponte romana sobre o rio Tormes, construída no século 1º d.C. mantem 15 de seus 26 arcos originais. Dela se tem uma ótima vista da cidade.

- Catedral Vieja e Catedral Nueva: apesar dessas duas catedrais vizinhas possuírem estilos diferentes, elas se harmonizam.

- Universidad: no centro de sua fachada há um medalhão entalhado em alto relevo que retrata os Reis Católicos.

FONTE: Guia Visual Publifolha.


Ávila

Muralhas de Ávila

Grupo de Tuna



Situada a 1.131m acima do nível do mar, Ávila é circundada pela muralha mais bem conservada de Europa. Uma das melhores vistas da muralha é de Los Cuatro Postes, na estrada para Salamanca. Construídas no século 12, tem mais de 2 km de comprimento. As partes mais antigas ficam no lado leste, onde são protegidas pelo mais impressionante dos noves portões, a Puerta de San Vicente. A abside da Catedral também faz parte das muralhas. Seu interior foi feito com uma rara pedra manchada de ranço e vermelho, misturando os estilos românico e gótico. Muitas edificações dessa cidade são ligados a Santa Tereza d’Ávila, pois foi aqui que a Santa Nasceu. O convento de Santa Tereza foi construído onde ficava sua casa. Ela viveu por mais de 20 anos no Monastério de La Encarnacion. A Basílica de San Vicente, fora das muralhas, é a igreja mais importante da cidade. Sua construção teve inicio no século 11, mas apresenta características góticas. Outro igreja de Ávila que vale a pena conhecer é a Iglesia de San Pedro. É possível encontrar grupos de tunas – estudantes com roupas típicas que andam pela cidade cantando e tocando violão (gostei dessa parte!).



FONTE: Guia Visual Publifolha.


El Escorial

El Escorial

O imponente palácio cinza de San Lorenzo de El Escorial, que pertenceu a Filipe II, destaca-se da paisagem da Sierra de Guadarrama, a noroeste de Madrid. Foi construída entre 1563 e 1584 em homenagem a San Lorenzo, e a falta de ornamentação lhe conferiu uma austeridade que passou a ser seguida como um novo estilo arquitetônico, um dos mais influentes da Espanha. O interior foi concebido como um mausoléu e retiro espiritual, e não como residência. Sua riqueza artística, que incluiu importantes obras de arte, está nos Museus, casas paroquiais, igrejas, panteão real e biblioteca. Os aposentos reais são muito humildes. Pontos altos:

- Museu de Arte: quadros flamengos, italianos e espanhóis estão expostos no museu, no primeiro andar.

- Biblioteca: este impressionante conjunto de 40 mil livros incorpora a coleção pessoal de Filipe II. Preciosos manuscritos estão à mostra.

FONTE: Guia Visual Publifolha.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Madrid dos Bourbons

Plaza de Cibeles

Madrid dos Bourbons


A leste da Madrid Antiga havia um bairro idílico com jardins, conhecido como o Prado. No século 16, construí-se um monastério nestes terrenos mais elevados. Os Habsburgo o estenderam para formar um palácio do qual restam apenas ruínas. Os jardins do palácio são hoje o Parque del Retiro. Os reis Bourbon, especialmente Carlos III, escolherem esta área para expandir e embelezar a cidade no século 18. Em volta do Paseo del Prado, construíram belas praças com fontes, um portão triunfal e o que se tornaria o Museo del Prado, uma das maiores galerias de arte do mundo.


Museo del Prado


O museu possui a maior coleção do mundo de pintura espanhola, especialmente as obras de Velázquez e Goya, desde o século 12 até o 19. também tem maravilhosas coleções de outros paises, particularmente quadros flamengos e italianos. O edifício neoclássico foi projetado em 1785 por Juan de Villanueva, sob as ordens de Carlos III, e inaugurado como museu em 1819. Infelizmente ficaremos bem pouco no Prado, temos ainda muita coisa para ver em Madrid, então entraremos pela entra principal e iremos direto ao primeiro andar, na sala da coleção de Velázquez.


Iglesia de San Jerônimo el Real


Construída no século 16 para a rainha Isabel, mas já reformada, San Jerônimo é a igreja real de Madrid. Desde o século 17 passou a fazer parte do palácio do Retiro que ocupava parte desse local. O claustro e parte do átrio formam parte do novo prédio do Museu do Prado.


Real Jardin Botânico


Projetado em 1781 pelo botânico Gómez Ortega e pelo arquiteto Juan de Villanueva. Prova o interessa pelas plantas da America do Sul e das Filipinas do período do período do Iluminismo Espanhol, os canteiros simétricos oferecem enorme variedade de flora.


Parque del Retiro


Situado em um bairro chique de Madrid – Jerónimos, era usado como propriedade privada da família real desde 1632, tornando-se parcialmente aberto ao publico no século 18 e finalmente, em 1869, aberto totalmente. Uma pequena caminhada a partir da entrada norte ao longo de avenidas arborizadas leva ao lago onde de um lado há uma estátua eqüestre de Afonso XII; do lado sul do lago ficam o Palácio Velázquez, neoclássico e de tijolo vermelho e o Palácio de Cristal.


Puerta de Alcalá


Este portal é o mais grandioso monumento erguido por Carlos III na sua tentativa de melhorar a paisagem do leste de Madrid. A construção começou em 1769 e demorou nove anos. É de granito, em estilo neoclássico, com um frontão elevado e esculturas de anjos. Possui cinco arcos retangulares. Até a metade do século 19 o portal marcava o limite leste da cidade. Hoje é o centro da movimentada Plaza de La Independencia e fica melhor à noite, quando iluminado.


Plaza de Cibeles


Além de ser um dos marcos mais conhecidos de Madrid, a Plaza de Cibeles é também um dos lugares mais bonitos da cidade. Fica no meio de uma rotatória no encontro do Paseo del Prado e de Calle de Alcalá. Esta linda fonte esculpida leva o nome de Cibele, a deusa Greco-romana da natureza, sentada em sua carruagem. Em volta da praça erguem-se o Correio, o Palácio de Linares, a sede do Exército e o Banco de España.


Plaze de Colón


Do lado sul da praça decida a Cristovão Colombo há a Biblioteca Nacional e o Museu Arqueológico. Há dois monumentos que celebram o descobrimento da América: o pináculo neogótico erguido em 1885 com Colombo no alto, olhando para o Oeste e um conjunto de quatro enormes formas de concreto com citações sobre a viagem de Colombo à América.


Calle Serrano


Com o nome de um político do século 19, a rua de compra mais chique de Madrid vai do norte, da Plaza de La Indepencia até a Plaza de Eucador, no bairro de Salamanca. Filiais das lojas Versace, Gucci, Escada, Armani e Chanel está não Calle de José Ortega u Gasset. Na Calle de Claudio Coello há varias lojas de antiguidade que matem a elegância da região.



FONTE: Guia Visual Publifolha.

P.S.: Essa imagem da Plaza de Cibeles é o papel de parede do meu not à uns dois anos, então imaginem como estou ansiosa para conhecê-la!!!


Madrid Antiga


A capital da Espanha está situada perto do centro geográfico do país, no encontro das redes ferroviárias. Devido à distância do mar e à sua altitude tem invernos frios e verões quentes. A cidade está cercada pela sua pequena província, a Comunidad de Madrid, que abrange a Sierra de Guadarrama. O guia divide a cidade em duas: Madrid Antiga e Madrid dos Bourbons.

Madrid Antiga

Madrid era uma pequena cidade de Castela, sem muita importância, até que Filipe II a escolheu para sua capital, em 1561. Nos anos seguintes ela se transformou no centro nervoso de um poderoso império. Segundo a tradição, foi o chefe mouro Muhammad bem Abd Al Rahman que estabeleceu uma fortaleza acima do rio Manzanares. Magerit, como era a chamada em árabe, caiu dominada por Afonso VI de Castela entre 1083 e 1086. Ruas estreitas com casas e igrejas medievais começaram a aparecer nos terrenos mais elevados atrás do alcázar árabe, substituído por um palácio gótico no século 15. Após o incêndio de 1734, foi substituído pelo atual palácio Bourbon, o Palácio Real.

Gran Vía

É a rua do nosso hotel!!! Ficamos super bem localizados, perto dos principais edifícios históricos. É uma importante via de tráfego da cidade, inaugurada em 1910, ficou em construção por várias décadas e implicou na demolição de vários prédios e pequenas ruas entre a Calle de Alcalá e a Plaza Espana.

Monasterio de las Descalzas Reales

O edifício religioso mais notável em Madrid tem exterior nobre de tijolos vermelhos e granito. É um raro exemplo remanescente da arquitetura do século 16 na cidade. Por volta de 1560, a irmã de Filipe II, Joana, decidiu transformar o palácio medieval que ocupava este lugar em um convento para freiras e mulheres da casa real. Sua posição aristocrática, assim como a das demais freiras, explica o precioso acervo de arte e a riqueza das Descalzas Reales. A escadaria tem um afresco da família de Filipe IV olhando para baixo, como se estivessem em uma sacada. Essa escada leva a um pequeno claustro no primeiro andar, circundado por capelas que contem obras de arte e objetos preciosos relacionados à vida das freiras. A capela principal guarda o túmulo de Joana. A Sala de Tapices exibe tapeçarias – uma delas tecida em 1627 para a filha de Filipe II, Isabel Clara Eugenia. Outra, o triunfo da Eucaristia, baseia-se em desenho de Rubens. Entre as pinturas, trabalhos de Brueghel, o Velho, Ticiano e Zurbarán.

Puerta del Sol

Tráfego barulhento, vozerio e apitos de guardas fazem da Puerta del Sol o centro típico de Madrid. Este é um dos pontos de encontro mais procurados da cidade e multidões convergem para essa praça famosa a caminho das lojas e pontos turísticos da parte antigo da cidade.

Este é o lugar original da entrada leste da cidade, que já foi ocupada por um portão e um castelo. Eles desapareceram há muito tempo e foram substituídos por uma sucessão de igrejas. No fim do século 19, a área foi transformada em uma praça e se tornou o centro dos cafés da cidade (eba!!!).

Hoje a praça tem a forma de uma meia lua. Uma adição recente é a imponente estatua de Carlos III no centro. O lado sul em linha reta é ocupado por um edifício de linhas austeras de tijolo vermelho, originalmente o Correio, construído na década de 1760. Em 1847 tornou-se a sede do Ministério do Interior. Em 1866 foi-lhe acrescentada a torre do relógio, que dá ao edifício uma identidade especial. Durante o regime Franco, as celas da policia, debaixo do edifício foram testemunhas de abusos contra os diretos humanos. Hoje o prédio é sede do governo regional e centro de muitos eventos festivos. No chão há o marco zero de todas as rodovias da Espanha. Do outro lado da praça, na esquina da Calle del Carmen, fica a estatua de bronze do símbolo de Madrid – um urso tentando alcançar os frutos de madroño.

Plaza Mayor

É uma praça retangular com sacadas e pináculos, janelas e telhados inclinados de ardósia. A praça, com sua atmosfera teatral, têm uma personalidade muito castelhana. Tudo deveria acontecer aqui, o que, em grande parte, confirmou-se. Touradas, execuções, cortejos e julgamentos da Inquisição tiveram lugar na praça.

A construção da praça, substituindo cortiços, começou em 1617 e levou apenas dois anos. Seu arquiteto, Juan Gómez de Mora, foi o sucessor de Juan de Herrera, que projeto o maravilhoso El Escorial. A construção mais extravagante é a Casa de la Panadería (padaria). Sua fachada é decorada com pinturas alegóricas, e a ali que fica o principal centro de informações turísticas em Madrid.

Coligiata de San Isidoro

Construída em estilo barroco para os jesuítas, em meados do século 17 era a Catedral de Madrid, até que a Almudena ficasse pronta em 1993. Depois que Carlos III expulsou os jesuítas da Espanha em 1767, Ventura Rodriguez foi encarregado de realizar o projeto do interior da igreja. Foi então dedicada ao padroeiro de Madrid, São Isidoro.

Plaza de la Villa

É um dos lugares mais atraentes de Madrid. O edifício mais antigo ao seu redor é a Torre de Lujanes, do século 15, com portal gótico e arcos em forma de ferradura, em estilo mudèjar. A Casa de Cisneros foi construída em 1537 para o sobrinho do cardeal Cisneros, fundador da Universidad de Alcalá. A fachada principal na Calle de Sacramento é um excelente exemplo do estilo plateresco. Ligada a esse edifício por uma ponte coberta está a prefeitura, projetada na década de 1640 por Juan Gómez de Mora, combinando telhados íngremes com águas-furtadas, torres em forma de agulha nos cantos e uma austera fachada de tijolos e pedra.

Iglesia San Nicolás

Sua torre de tijolos e arcos em ferradura é a mais antiga estrutura eclesiástica remanescente em Madrid. Acredita-se que seja de estilo mudéjar do século 12 e talvez tenha sido originalmente um minarete de uma mesquita mourisca.

Catedral de la Almudena

Dedicada à padroeira da cidade, a catedral de La Almudena começou a ser construído em 1879 e foi concluído um século depois. A fachada neogótica da catedral em branco e cinza é semelhante à do Palácio Real, que se encontra do lado oposto. A cripta abriga a imagem do século 16 da Virgem de Almudena. Mais adiante, na Calle Mayor, está o sítio arqueológico que revelou restos de muralhas mouras e medievais. O primeiro casamento real realizado na catedral foi o do príncipe Felipe com Letizia Ortíz, em mais 2004.

Palácio Real

Este enorme e luxuoso palácio real foi construído para impressionar. A construção durou 26 anos, durante o reinado de dois reis Bourbon e muito da decoração exuberante reflete o gosto de Carlos III e Carlos IV.

Plaza de Armas: a praça em frente à entrada principal também dá acesso ao arsenal real.

Hall de entrada: uma escadaria de mármore, ao lado da estátua de Carlos III como imperador romano, leva ao andar principal.

De todos os ambientes, pretendemos conhecer a Sala de Jantar, a Sala das porcelanas, a Sala Gasparini e a Sala no Trono.

Campo del Moro

É um parque agradável que se ergue a partir do rio Manzanares para oferecer uma das mais belas vistas do Palácio Real. Em 1109, um exército mouro acampou aqui, chefiado por Ali bem Yusuf, daí o nome do parque.

Plaza de Oriente

Durante seus dias como rei de Espanha, José Bonaparte abriu este espaço em forma de estribo no meio de um conjunto desorganização de construções a leste do Palácio Real, criando a vista que o palácio tem hoje. As várias estátuas de reis presentes aqui se destinavam ao telhado do palácio, mas não foram colocadas lá por serem muito pesadas. A estatua eqüestre de Filipe IV, no centro da praça, é do escultor italiano Pietro Tacca e se baseia em desenhos de Velázquez. De frente para o palácio fica o Teatro Real de la Ópra, de 1850.

Monastério de la Encarnación

Em uma praça arborizada este tranqüilo convento agostiniano foi fundado em 1611 para Margarida da Áustria, mulher de Filipe III. A fachada da revela claramente a autoria do arquiteto Juan Gómez de Mora, que também construiu a Plaza Mayor. É um castelo antigo, com azulejos de Talvera azuis e brancos, portas de madeira, vigas expostas e retratos dos benfeitores reais. O principal ambiente do convento é a câmara do relicário, com o teto pintado por Carducho, Ela é usada apara guardar crânios e demais ossos dos santos, já um frasco com sangue seco de São Pantaleão. Há uma lenda que diz que o sangue se liquefaz a cada ano, no dia 27 de julho, aniversário da morte do santo. Dizem que se o sangue não virar liquido um desastre acontecerá em Madrid.

Plaza España

Um dos cruzamentos mais movimentados de Madrid e ponto de encontro muito popular, a Plaza de Espana desce em direção ao Palácio Real e aos jardins Sabatini. Nos séculos 18 e 19, a praça foi ocupada pelos quartéis do exército, no entanto, com a expansão da cidade, o lugar acabou sendo aproveitado como espaço público. A praça adquiriu sua aparência atual durante o período franquista, com a construção do Edifício Espana e da Torre de Madrid. A parte mais atraente da praça é o centro, ocupada por um obelisco com a estátua de Miguel de Cervantes e Dom Quixote.

FONTE: Guia Visual Publifolha.