quarta-feira, 7 de julho de 2010

Próximo Destino: ESPAÑA!

Millau Bridge

Pois bem, na verdade, saíndo de Clermont-Ferramd teremos duas opções: ou aumentamos um pouquinho a quilometragem e passamos por Le-puy-en-Velay e Nïmes, e depois Montpellier, ou vamos direto a Montpellier. Esse caminho direto passa pela Ponte Millau, que eu morro de vontade de conhecer, já fizemos vários trabalhos e até uma maquete na aula do Profº Giovano sobre ela, que, idealizada por Normam Foster é a ponte mais alta do mundo. É realmente incrível. Agora estou numa dúvida cruel, pois o caminho mais longo tem cidadezinhas tão lindas!!! Mas vou deixar para decidir na hora lá, pois a vida é feita de escolhas!
Ainda, antes de chegar a Barcelona, coloquei duas paradas opcionais: a primeira na cidade de Elne, onde tem a Cathédrale de Ste-Eulailie et Ste-Julie. A segunda cidade seria Céret, que é uma grande produtora de cereja (eu particularmente não gosto de cereja, mas quando eu falei dessa cidade, o pessoal enlouqueceu, então provavelmente vamos parar aí e fazer um mini contrabando de cerejas).
E então, finalmente seguiremos a Barcelona (eeeeeeeeeeeeeeeeeeeee, viva!)
Iremos direto ao Parc Güell, do maior arquiteto de todos os tempos, o mestre Antoní Gaudí!(adoro, adoro, adoro!!!). Programei para chegarmos no parque por volta das quatro da tarde para ficarmos um tempão lá, até umas sete ou oito da noite, e então ir para o hotel. PRETENDO achar o que fazer a noite, ir em algum café, ou algum barzinho, confraternizar com os amigos muy guapos "pero que sí, pero que no" (né Stellinha?!), aprender a cultura local com os jovens de lá, afinal, dizem que Barcelona é uma cidade jovem, cheia de agito!

terça-feira, 6 de julho de 2010

Perpignan

Palais des Rois de Majorque

Perpignan


Tem um ar distintamente sulista, com palmeiras na avenida do rio Têt, fachadas das casas e das lojas em tons vibrantes de turquesa e rosa, e ruas do bairro árabe que vendem especiarias aromáticas, cuscuz e paella (mas ainda não estamos na Espanha, ta quase!).

A cidade atingiu seu apogeu nos séculos 13 e 14 sob o domínio dos reis de Mallorca e de Aragão. O enorme Palais des Rois de Majorque ainda ocupa uma grande área na porção sul da cidade. O acesso para o palácio é tão complicado para os turistas como eram para os invasores no século 13. O conjunto de degraus em ziguezague dentro das fortificações construídos por três séculos leva aos elegantes jardins do castelo. A entrada é pela Tour de l’Hommage, cuja do alto é possível desfrutar de uma visão panorâmica da cidade.

Uma das mais belas construções é o Loge Mer, na frente da praça. Construído em 1397 para alojar a Bolsa Marítima, o prédio mantém seu estilo gótico original apenas no lado leste. O restante foi reconstruído no estilo renascentista em 1540, com tetos de madeira entalhada e molduras trabalhadas.

Cathédrale St-Jean: coroado por um campanário de ferro batido, esta catedral teve sua construção iniciada em 1324 e finalizada em 1509. É formada quase que inteiramente de seixos do rio assentados com tijolo vermelho, em um estilo comum na região devido a escassez de outro materiais.

FONTE: Guia Visual Publifolha.




Carcassone

CarcassoneBasilique St-Nazaire

É uma cidade medieval bem restaurada e protegida pela UNESCO. Cenário de conto de fadas, suas fortificações coroam a margem íngreme acima do rio Aude, com uma vista para a Basse Ville. A posição estratégica da cidadela, entre o Atlântico e o Mediterrâneo, no corredor entre a península Ibérica e o resto da Europa, levou à fundação desta vila, consolidada pelos romanos no século 2º a.C. Tornou-se chave nos conflitos militares medievais. Em seu auge, no século XII, foi governada pelos Trencavel, que construíram o castelo e a catedral. Avanços militares e o Tratado dos Pirineus, em 1659, mudaram a fronteira franco-espanhola e a tornaram obsoleta como ponto de defesa, levando a seu declínio. Graças ao empenho do arquiteto Viollet-le-Duc, ela foi restaurada no século 19.

* Viollet-le-Duc (1814-1879): renomado teórico da arquitetura foi o primeiro a realmente apreciar a arquitetura gótica. Seu dicionário de 1854 louvava as técnicas de construção medievais, mostrando que os arcos e o rendilhado gótico eram soluções para os problemas arquitetônicos, e não mera decoração.

FONTE: Guia Visual Publifolha.

Montpellier

Place de la Comédie

É uma das mais animadas e avançadas cidades do sul da França, com um quarto de sua população com menos de 25 anos (URRUL!). Nas noites de verão, em época de aulas na universidade, mais parece um festival de rock do que a capital de Languedo-Roussillon (subitamente tive um seriíssimo interesse em procurar um curso de pós ou mestrado nessa cidade...).

O “agito” concentra-se na Place de la Comédie, que, por ter uma fora de ovo, é conhecida como “l’Oeuf”. É lá que está seu teatro da ópera, do século 19, de frente para a Fonte de Trois Grace, cercada por animado cafés (esse lugar existe? É perfeito demais!).

Uma esplanada de plátanos e fontes leva ao Corum, centro de teatro e convenções sintonizado com os novos e admiráveis projetos arquitetônicos locais. O melhor da cidade é o conjunto residencial pós moderno de Ricardo Bofill, conhecido como Antígone, inspirado na Basílica de São Pedro, em Roma.

Montpellier foi fundada relativamente tarde nesta região de antigas cidades romanas, desenvolvendo-se no século X, em conseqüência do comércio de especiarias com o Oriente Médio. Sua escola de medicina foi fundada em 1220, em parte como resultado dessa troca de conhecimentos e culturas, e continua sendo uma das mais respeitadas da França.

Grande parte da cidade fora devasta pelas guerras religiosas do século 16, restando apenas a Tour de la Babote e a
Tours des Pins, do século XII. As duas principais igrejas são a Cathédrale St-Pierre e a Notre-Dame des Tables. Um bom lugar para observar a posição da cidade entre as montanhas e o mar é o Promenada de Peyrou, uma grande praça do século 18 dominada pelo Château d‘Eau e pelo aqueduto que servia a cidade. Há também o Jardin dês Plantes, os jardins botânicos mais antigos de toda a França, criado em 1593.

FONTE: Guia Visual Publifolha

Nîmes

Pont du Gard

Importante rota do mundo antigo e conhecida pelas suas antiguidades romanas. Entre os principais pontos turísticos de destacam o anfiteatro romano, o Jardin de la Fontaine, Les Arènes, entre outros. A cidade sempre teve uma história turbulenta, especialmente durante as guerras religiosas do século 16. Nos séculos 17 e 18 a cidade prosperou com a indústria têxtil. O castellum recebe água da Pont du Gard, que, particularmente, é a edificação que mais me interessa nessa região. Essa obra de 2.000 anos é considerada o melhor testemunho da engenharia do Império Romano. Com 49m de altura, foi a ponte mais alta construída por eles, feita de enormes blocos de pedra, encaixados por um engenhoso sistema de roldanas. O substancial acúmulo de cálcio nas adutoras sugere que o aqueduto funcionou continuamente por 400 a 500, levando a água de Nîmes por 50km a partir dos mananciais de Uzès.

FONTE: Guia Visual Publifolha.

Le Puy-en-Velay

Le Puy-en-Velay

Localizada na base de um vulcão, a cidade aparenta ter três picos, cada um tendo como marco uma igreja ou uma estátua. Vista a distância, é uma das paisagens mais emocionantes da França. Atualmente é uma cidade comericial e turísitca, a atralção principal é a cidade santa, que se tornou um local de peregrinações depois que o bispo de Le Puy, Gotescalk, fez uma das prmeiras peregrinações para Santiago de Compostela em 962 e construiu a Chapelle St-Michel d’Aiguilhe. Essa capela mostra fortes influencias mouras na decoração em trevos e nos mosaicos coloridos do arco sobre a entrada principal. Parece emergir como um dedo gigantesco de lava de rocha e pode ser escalada por 268 degraus íngremes. Acredita-se que a igreja esteja localizado no lugar de um templo romano a Mercúrio; sua parte central data do século X, embora a maior parte tenha sido construída um século depois. O chão foi feito de forma a seguir os contornos da rocha do lugar. IMPORTANTE: Só é aberta para visitas a tarde.

Peregrinos do leste da França e da Alemanha, antes de ir para Compostela, reuniam-se na Cathédrale Notre-Dame, com sua famosa Madona Negra e a “pedra da febre” – uma pedra de ritual druida, com seus poderes de cura, incrustada em uma das paredes. Construída a princípio em um local pagão, essa Catedral é uma estrutura românica incrível, com arcos multiformes, palmeiras entalhadas, desenhos de folhas e uma fachada que lembra um tabuleiro de xadrez, indicando as influencias da Espanha moura dada pelo intercâmbio cultural que ocorreu na França meridional nos séculos 11 e 12. Na sacristia, o tesouro ainda inclui a Bíblia de Teodolfo, um documento manuscrito da era da Carlos Magno. A catedral é o centro da cidade santa, que domina a cidade alta, abrangendo o batistério, o claustro, a residência do prior e a capela do Penitentes.

A imensa estátua vermelha de Notre-Dame-de-France, no pico Rocher Corneille foi construída em 1860, com 213 canhões confiscados em Sebastopol durante a guerra da Criméia.

Em meados de setembro, Le Puy veste máscaras e fantasias para o Carnaval renascentista do Festival Pássaro-Rei, que celebra as habilidades dos melhores arqueiros da cidade.

FONTE: Guia Visual Publifolha.

Clermont-Ferrand

Clermont-Ferrand


Clermont e Ferrand eram duas cidades distintas (e rivais), que se tornaram uma em 1630. Clermont é um movimentado centro comercial, foi povoado celta antes da era romana. Já no século V possuía uma Catedral suficientemente importante para que o Papa Urbano II lá anunciasse a Primeira Cruzada, com o objetivo de auxiliar os cristãos ortodoxos do Leste e libertar Jerusalém e a Terra Santa do domínio muçulmano. Construída como fortaleza, Montferrand nos faz voltar no tempo, com suas ruas calmas e casas renascentistas. Na Place Saint-Pierre fica o principal mercado, com ofertas diárias de alimentos, especialmente aos sábados.



Há dois grandes pontos turísticos: a Basilique Notre-Dame-du-Port e a Cathédrale Notre-Dame-du-Port, essa última que aparece na imagem, feita de lava negra. As elegantes linhas em seu interior devem-se a resistente pedra local utilizada na construção que permitiu pilares mais delgados e uma estrutura mais leve. A cor negra da pedra vulcânica destaca os vitrais, que parecem jóias.



FONTE: Guia Visual Publifolha.