quarta-feira, 7 de julho de 2010
Próximo Destino: ESPAÑA!
terça-feira, 6 de julho de 2010
Perpignan
PerpignanTem um ar distintamente sulista, com palmeiras na avenida do rio Têt, fachadas das casas e das lojas em tons vibrantes de turquesa e rosa, e ruas do bairro árabe que vendem especiarias aromáticas, cuscuz e paella (mas ainda não estamos na Espanha, ta quase!).
A cidade atingiu seu apogeu nos séculos 13 e 14 sob o domínio dos reis de Mallorca e de Aragão. O enorme Palais des Rois de Majorque ainda ocupa uma grande área na porção sul da cidade. O acesso para o palácio é tão complicado para os turistas como eram para os invasores no século 13. O conjunto de degraus em ziguezague dentro das fortificações construídos por três séculos leva aos elegantes jardins do castelo. A entrada é pela Tour de l’Hommage, cuja do alto é possível desfrutar de uma visão panorâmica da cidade.
Uma das mais belas construções é o Loge Mer, na frente da praça. Construído em 1397 para alojar a Bolsa Marítima, o prédio mantém seu estilo gótico original apenas no lado leste. O restante foi reconstruído no estilo renascentista em 1540, com tetos de madeira entalhada e molduras trabalhadas.
Cathédrale St-Jean: coroado por um campanário de ferro batido, esta catedral teve sua construção iniciada em 1324 e finalizada em 1509. É formada quase que inteiramente de seixos do rio assentados com tijolo vermelho, em um estilo comum na região devido a escassez de outro materiais.
FONTE: Guia Visual Publifolha.
Carcassone
Carcassone
Basilique St-NazaireÉ uma cidade medieval bem restaurada e protegida pela UNESCO. Cenário de conto de fadas, suas fortificações coroam a margem íngreme acima do rio Aude, com uma vista para a Basse Ville. A posição estratégica da cidadela, entre o Atlântico e o Mediterrâneo, no corredor entre a península Ibérica e o resto da Europa, levou à fundação desta vila, consolidada pelos romanos no século 2º a.C. Tornou-se chave nos conflitos militares medievais. Em seu auge, no século XII, foi governada pelos Trencavel, que construíram o castelo e a catedral. Avanços militares e o Tratado dos Pirineus, em 1659, mudaram a fronteira franco-espanhola e a tornaram obsoleta como ponto de defesa, levando a seu declínio. Graças ao empenho do arquiteto Viollet-le-Duc, ela foi restaurada no século 19.
* Viollet-le-Duc (1814-1879): renomado teórico da arquitetura foi o primeiro a realmente apreciar a arquitetura gótica. Seu dicionário de 1854 louvava as técnicas de construção medievais, mostrando que os arcos e o rendilhado gótico eram soluções para os problemas arquitetônicos, e não mera decoração.
FONTE: Guia Visual Publifolha.
Montpellier
É uma das mais animadas e avançadas cidades do sul da França, com um quarto de sua população com menos de 25 anos (URRUL!). Nas noites de verão, em época de aulas na universidade, mais parece um festival de rock do que a capital de Languedo-Roussillon (subitamente tive um seriíssimo interesse em procurar um curso de pós ou mestrado nessa cidade...).
O “agito” concentra-se na Place de
Uma esplanada de plátanos e fontes leva ao Corum, centro de teatro e convenções sintonizado com os novos e admiráveis projetos arquitetônicos locais. O melhor da cidade é o conjunto residencial pós moderno de Ricardo Bofill, conhecido como Antígone, inspirado na Basílica de São Pedro, em Roma.
Montpellier foi fundada relativamente tarde nesta região de antigas cidades romanas, desenvolvendo-se no século X, em conseqüência do comércio de especiarias com o Oriente Médio. Sua escola de medicina foi fundada em 1220, em parte como resultado dessa troca de conhecimentos e culturas, e continua sendo uma das mais respeitadas da França.
Grande parte da cidade fora devasta pelas guerras religiosas do século 16, restando apenas a Tour de
Tours des Pins, do século XII. As duas principais igrejas são a Cathédrale St-Pierre e a Notre-Dame des Tables. Um bom lugar para observar a posição da cidade entre as montanhas e o mar é o Promenada de Peyrou, uma grande praça do século 18 dominada pelo Château d‘Eau e pelo aqueduto que servia a cidade. Há também o Jardin dês Plantes, os jardins botânicos mais antigos de toda a França, criado em 1593.
Nîmes
Importante rota do mundo antigo e conhecida pelas suas antiguidades romanas. Entre os principais pontos turísticos de destacam o anfiteatro romano, o Jardin de
FONTE: Guia Visual Publifolha.
Le Puy-en-Velay
Localizada na base de um vulcão, a cidade aparenta ter três picos, cada um tendo como marco uma igreja ou uma estátua. Vista a distância, é uma das paisagens mais emocionantes da França. Atualmente é uma cidade comericial e turísitca, a atralção principal é a cidade santa, que se tornou um local de peregrinações depois que o bispo de Le Puy, Gotescalk, fez uma das prmeiras peregrinações para Santiago de Compostela em 962 e construiu a Chapelle St-Michel d’Aiguilhe. Essa capela mostra fortes influencias mouras na decoração em trevos e nos mosaicos coloridos do arco sobre a entrada principal. Parece emergir como um dedo gigantesco de lava de rocha e pode ser escalada por 268 degraus íngremes. Acredita-se que a igreja esteja localizado no lugar de um templo romano a Mercúrio; sua parte central data do século X, embora a maior parte tenha sido construída um século depois. O chão foi feito de forma a seguir os contornos da rocha do lugar. IMPORTANTE: Só é aberta para visitas a tarde.
Peregrinos do leste da França e da Alemanha, antes de ir para Compostela, reuniam-se na Cathédrale Notre-Dame, com sua famosa Madona Negra e a “pedra da febre” – uma pedra de ritual druida, com seus poderes de cura, incrustada em uma das paredes. Construída a princípio em um local pagão, essa Catedral é uma estrutura românica incrível, com arcos multiformes, palmeiras entalhadas, desenhos de folhas e uma fachada que lembra um tabuleiro de xadrez, indicando as influencias da Espanha moura dada pelo intercâmbio cultural que ocorreu na França meridional nos séculos 11 e 12. Na sacristia, o tesouro ainda inclui a Bíblia de Teodolfo, um documento manuscrito da era da Carlos Magno. A catedral é o centro da cidade santa, que domina a cidade alta, abrangendo o batistério, o claustro, a residência do prior e a capela do Penitentes.
A imensa estátua vermelha de Notre-Dame-de-France, no pico Rocher Corneille foi construída em 1860, com 213 canhões confiscados em Sebastopol durante a guerra da Criméia.
Em meados de setembro, Le Puy veste máscaras e fantasias para o Carnaval renascentista do Festival Pássaro-Rei, que celebra as habilidades dos melhores arqueiros da cidade.
FONTE: Guia Visual Publifolha.
Clermont-Ferrand
Clermont-FerrandClermont e Ferrand eram duas cidades distintas (e rivais), que se tornaram uma em 1630. Clermont é um movimentado centro comercial, foi povoado celta antes da era romana. Já no século V possuía uma Catedral suficientemente importante para que o Papa Urbano II lá anunciasse a Primeira Cruzada, com o objetivo de auxiliar os cristãos ortodoxos do Leste e libertar Jerusalém e a Terra Santa do domínio muçulmano. Construída como fortaleza, Montferrand nos faz voltar no tempo, com suas ruas calmas e casas renascentistas. Na Place Saint-Pierre fica o principal mercado, com ofertas diárias de alimentos, especialmente aos sábados.
Há dois grandes pontos turísticos: a Basilique Notre-Dame-du-Port e a Cathédrale Notre-Dame-du-Port, essa última que aparece na imagem, feita de lava negra. As elegantes linhas em seu interior devem-se a resistente pedra local utilizada na construção que permitiu pilares mais delgados e uma estrutura mais leve. A cor negra da pedra vulcânica destaca os vitrais, que parecem jóias.





