terça-feira, 6 de julho de 2010

Riom

Sainte Chapelle - Riom

Fica nos arredores de Clermont-Ferrand, é uma cidade provinciana com casas de pedra negra e fontes de lava. O Castelo do duque Jean de Berry, do século XIV foi demolido no século XIX para a construção do Palais de Justice: o que restou disso foi a Sainte Chapelle, com belos vitrais do século XV.

O tesouro de Riom é uma graciosa Madona segurando uma criança com um pequeno pássaro nas mãos. Está na Église de Notre-Dame-Du-Marthuret, do século XIV.

FONTE: Guia Visual Publifolha.


Bourges

Le Palais Jaques Coeur


St-Etienne


Esta cidade galo-romana ainda mantém suas muralhas originais. Foi aqui que em 1862 Napoleão mandou construir canhões. O Palais Jacques Coeur é uma jóia gótica. Em Bourges está a Catedral gótica mais larga da França, a St-Etienne, que lembra muito a Notre Dame em Paris.


FONTE: Guia Visual Publifolha.


Orléans

Cathédrale Sainte-Croix

Foi nessa cidade que Joana D’Arc salvou a França dos ingleses em 1429. Todos os dias 29 de Abril, 1, 7 e 8 de Maio a libertação da cidade é reencenada com espetáculos cívicos e bênção na Catedral.



Seu centro histórico foi altamente atingido durante a Segunda Guerra Mundial, mas grande parte foi reconstruída e uma certa grandiosidade permanece nessa cidade às margens do Rio Loire.



A Cathédrale Sainte-Croix, perto do museu, é um edifício imponente do século 13, destruído pelos huguenotes (protestantes) em 1568 e depois reconstruído, em estilo gótico entre os séculos 17 e 19.





FONTE: Guia Visual Publifolha.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Os Vitrais de Chartres

Vitrais de Chartres

Doada pela realeza, aristocracia e pelas irmandades de mercadores entre 1210 e 1240, esta magnífica coleção de 176 vitrais mostram histórias bíblicas e cenas do cotidiano do século 13. Durante as guerras mundiais, os vitrais foram desmontados peça por peça e guardados em local seguro. A rosácea oeste, de 1915, com Cristo sentado ao centro mostra o juízo final. O vitral “árvore de Jessé” mostra a genealogia de Cristo, iniciando com Jessé, pai de Davi, até Jesus. No Vitral da Redenção, seis cenas ilustram a Paixão de Cristo e sua morte na Cruz. A rosácea norte mostra a glorificação da Virgem, rodeada pelos reis de Judá e pelos profetas, e a rosácea sul mostra o apocalipse. O vitral da Virgem Azul mostram Cristo transformando água em vinho nas Bodas de Canaã.

Como entender os vitrais: cada vitral está divido em painéis que, em geral, são lidos da esquerda para a direita e da base até o topo. O numero de figuras de formas abstratas é simbólico: três é a Igreja e quatro simboliza o mundo material ou os quatro elementos.

FONTE: Guia Visual Publifolha


Catedral de Chartres

Catedral de Chartres

A construção da catedral iniciou-se em 1020, foi destruída por um incêndio em 1194 quando apenas as torres norte e sul, a fachada oeste, o campanário sul e a cripta ficaram em pé. No interior, a relíquia Véu da Virgem Maria foi o único tesouro que milagrosamente manteve-se intacto. Os camponeses e os nobres reconstruíram a igreja em 25 anos. Chartres foi poupada pelas Guerras Religiosas e pela Revolução Francesa, mantendo a catedral original. Traz consigo tantos vitrais que é considerada uma Bíblia feita de pedra. A nave tem 37m de altura, abaixo dela encontra-se a cripta, a maior da França, formada por duas galerias, capela e a câmara mortuária de São Lubino. No chão da nave há um labirinto, comum em muitas catedrais medievais, onde os peregrinos costumavam seguir a rota de joelhos, como forma de penitencia. O percurso tem 262m e leva aproximadamente uma hora para ser completado. A maior das duas torres, com data do início do século 16, apresenta um estilo gótico flamboyant, criando um notável contraste com o resto da obra.

FONTE: Guia Visual Publifolha.


Chartres



De Napoleão Bonaparte:


"Chartres é um lugar onde os ateus se sentem desconfortáveis".



Além da belíssima catedral de Chartres, que segundo o especialista em história da arte Emile Male, é a melhor expressão românica da Idade Média, há também outras igrejas interessantes como a abadia beneditina de St. Pierre, com belos vitrais, a Igreja St. Aignan e a Église de St. André.


A cidade de Chartres fez parte de um dos primeiros projetos de conservação urbana da França. As margens do rio Eure, a cidade traz moinhos, curtumes medievais, pontes de pedras arqueadas e casas de lavar.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Domaine de Versailles

Palácio de Versailles

Palácio de Versailles

“O palácio atual, iniciado por Luís XIV em 1668, surgiu de uma série de acréscimos ao redor do pavilhão de caça de Luís XII. O arquiteto Lê Vau construiu a primeira parte, que se estendeu ao redor de um pátio. Jules Hardouin-Mansart prosseguiu em 1678, acrescentando o salão dos espelhos e duas alas enormes, uma ao norte e outra ao sul. Ele também projetou a capela, concluída em 1710.”

No site oficial encontrei todas as informações, e como passaremos a tarde, selecionei alguns pontos principais. Muito bom o site, muitas fotos, história, dicas, e dá para comprar o bilhete on line:
Iremos primeiramente no Chateau, que é o Palácio propriamente dito. Os três ambientes que classifiquei como mais interessantes são:
- La Chapelle Royale
- La Galerie des Glaces
- Appartements du dauphin et de la dauphinne
Saíndo do Palácio iremos para a direita, passando pela Fonte do Dragão e pela Fonte de Netuno, e seguiremos (provavelmente de trenzinho) até o "Hameau de La Reine" (a aldeia da rainha), que era justamente um dos lugares favoritos de Maria Antonieta. Logo mais a frente, conheceremos o "Petit Trianon". Já avisei a todos para se preparem para caminhar MUITO nesse dia, no próprio site tem uma planta baixa interativa de todo o complexo, é gigantesco!!!
Ao final do dia, pé na estrada até a cidade de Chartres, que de acordo com o google maps fica à uma hora de Versailles pela "A 10".