segunda-feira, 19 de julho de 2010

Estoril


Estoril

Apesar de já ter sido exílio de membros da realeza e de nobres fugitivos das revoluções burguesas européias, a adorável cidade de Estoril não vive do seu passado. Hoje é uma estância turística e comercial. O que separa Estoril de Cascais, além da bela praia de 3km e do mente coberto de mansões, conhecido como monte Estoril, é a sua disposição espacial: o coração da cidade fica ao lado da estação de trem. De um lado dos trilhos fica uma relaxante praia semelhante a Riviera. Do outro, um parque cheio de palmeiras, cercado de belas construções que se estende por fontes que fazem parte do cassino conhecido como o maior da Europa.

FONTE: Guia Visual Publifolha.




Cascais

Farol de Cascais

Cascais é um balneário de verão há mais de um século e tem uma certa nobreza que falta nas outras cidades de veraneio. Suas história está mais visível nas mansões ao longo da costa, construídas para serem residências de verão de ricos lisboetas durante o final do século 19. A cidade é hoje um lugar de apartamento com vista para o mar e pinheirais ao lado de campos de golfe. Com seu pequeno centro de compras, restaurantes e cafés atrai muitos turistas. É particularmente uma das cidades que eu mais tenho curiosidade em Portugal, pois numa viagem que fiz de ônibus no começo de 2010 sentei ao lado de um belga, e seu amigo português, de Cascais, que me contou tudo e fez uma ótima propaganda da cidade! Nesse dia fiquei me achando muito, o cara da Bélgica não acreditou que eu era brasileira, tive que mostrar minha identidade pra ele, ele disse que eu falava igual a uma canadense!!!

FONTE: Guia Visual Publifolha.



Monserrate

Palácio de Monserrate


Este jardim, selvagem e romântico, é um emaranhado de arvores exóticas e arbustos floridos. Entre a folhagem subtropical e o vale de samambaias estão uma cachoeira, um pequeno lago e uma capela construída como ruínas, envolta pelas raízes de um fícus gigante. O jardim pertence a uma propriedade particular. A historia da região remonta aos mouros, mas o nome vem da pequena capela do século 16 dedicada a Nossa Senhora de Montserrat da Catalunha, Espanha. Os jardins, projetados por um jovem inglês William Beckford, foram imortalizados no poema “A peregrinação do jovem Harold”, de Lord Byron. Em 1856, a propriedade abandonada foi comprada por outro inglês, Sir Francis Cook, que construiu um belo palácio em estilo mourisco e trouxe arvores tropicais do varias parte do mundo, entre elas o Metrosidros gigante (árvore da Austrália que se cobre de flores vermelhas em julho) e o Arbustus nativo (conhecido com árvore de morango por causa de seus suculentos frutos vermelhos, dos quais se destila a bebida medronheira).

FONTE: Guia Visual Publifolha.

Sintra

Palácio da Pena

O caminho para Sintra já é por si só sensacional, cortando o alto desta serra coberta de bosques. Era o refúgio favorito dos reis de Portugal durante o verão. Hoje a cidade está divida em três partes: Vila de Sintra, Estefânia e São Pedro. A vila de Sintra é a cidade velha com o centro no Palácio de Sintra: a parte principal do palácio, inclusive o bloco central com sua fachada simples gótica e as cozinhas sob as chaminés, foi construída por João I no fim do século 14, em uma área ocupada antigamente pelos governantes mouros. Depois iremos ao Parque da Penha, passando pela fonte Mourisca, pela fonte da Sabuga, pela igreja de Santa Maria e pelo castelo dos mouros. O palácio da pena mistura vários estilos arquitetônicos. Foi construído no século 19 para Fernando Saxe-Coburgo-Gotha, marido da jovem rainha Maria II (filha de Dom Pedro II), ergue-se sobre as ruínas do mosteiro hieronimita fundado no século 16 no lugar da capela de Nossa Senhora da Pena. Com a proclamação da república em 1910, o palácio tornou-se um museu. É interessante conhecer a sala árabe, com maravilhosos afrescos orientais, o salão de baile, com vitrais alemães e preciosas porcelanas orientais, e a peça de altar, onde fica um esplendido retábulo de alabastro e mármore esculpido por Nicolau Chanterène no século 16.

FONTE: Guia Visual Publifolha.

Queluz

Palácio de Queluz


Em 1747, Pedro, o filho mais moço de João V, pediu ao arquiteto Mateus Vicente que transformasse seu pavilhão de caça do século 17 neste palácio de verão em estilo rococó. A parte central, que inclui a sala de musica e a capela, foi construída na época. Depois do casamento de Pedro com a futura Maria I em 1760 o palácio voltou a ser aumentado. O arquiteto francês Jean Baptiste Robilion acrescentou o pavilhão Robillion e os jardins, e modificou a Sala de Música e do trono.

- Sala dos embaixadores: essa majestosa sala foi usada para audiências diplomáticas e também para concertos. O teto em trompe l’oeil mostra a família real.

- Quarto Dom Quixote: neste quarto nasceu e morreu D. Pedro I. O teto em domo e um belo piso de madeiras exóticas dão ao cômodo quadrado uma aparência circular. Cenas pintadas por Manuel da Costa contam a historia de Dom Quixote.

- Jardins do Palácio: os jardins decorados com estátuas, fontes e topiarias eram bastante usados para a diversão. Os concertos iniciados na Sala de Musica terminavam nos Jardins de Malta.

FONTE: Guia Visual Publifolha.

Fátima

Santuário de Fátima

O colossal Santuário de Fátima recebe milhares de peregrinos. Uma basílica neo barroca em calcário, rodeada de santos, com uma torre de 65m de altura, numa esplanada duas vezes maior que a Praça de São Pedro, em Roma. Nos dias 12 e 13 é comemorado o dia de Nossa Senhora de Fátima, data que a Virgem Maria apareceu para os três pastorinhos. (O pai, a mãe, a tia e o tio estiveram lá ano passado, no dia 13, no meio de uma multidão com pessoas do mundo todo, e esse ano estaremos lá no dia 14/08, que a comemorada a Assunção de Nossa Senhora).

Na esplanada, a Capela das Aparições marca o local da aparição. Em seu interior, a coroa da Virgem guarda a bala do atentado contra o papa João Paulo II em 1981. A leste, a casa das crianças que tiverem a visão tornou-se a Casa dos Pastorinhos. Nas aparições para Francisco, Jacinta e Lúcia, a Virgem Maria revelou três segredos para os pastorinhos, e eles contaram apenas para o arcebispo da arquidiocese e para o Papa. O primeiro segredo era uma visão do inferno; o segundo, uma guerra muito pior que a primeira (a segunda guerra mundial), e o terceiro, foi a visão do atentado ao Papa. Lúcia foi a que viveu por mais tempo, se tornou irmã carmelita e morreu em 2005.

FONTE: Histórias contadas por Joine Ferreira Cantão, também conhecida como mãe (ela sabe tudo de todos os santos, é um dicionário de teologia!).

Coimbra

Coimbra

Coimbra desperta a afeição dos portugueses como nenhuma outra cidade do país. Local do nascimento de seis reis é também a sede da mais antiga universidade de Portugal. Na época dos romanos, a cidade fundada na colina de Alcaçova chamava-se Aeminium, mas à medida que sua importância aumentava, tomou o nome da vizinha Conímbriga. Coimbra foi conquistada dos mouros em 878 para novamente cair em seu domínio um século depois até que foi libertada em 1064 por Fernando de Castela. Quando Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal, decidiu mudar sua capital de Guimarães para Coimbra, onde foi sede até 1256.

- Sé Velha: a velha catedral em estilo de fortaleza é considera o mais belo edifício românico de Portugal. Foi erguida para marcar o triunfo sobre os mouros em 1064. No interior,m pilastras quadradas guiam o olhar para o alto da nave e ao retábulo sobre o altar, entalhado por artistas flamengos por volta de 1502, que mostra o nascimento de Cristo, a Assunção e muitos santos.

- Sé Nova: Apesar do nome, a igreja foi fundada pelos jesuítas em 1598. O interior é abobadado, com um domo sobre o cruzamento.

- Santa Cruz: Fundados pela Ordem de Santo Agostinho, em 1131, a igreja e mosteiro de Santa Cruz são ricos exemplos da escola de escultura da própria cidade, do inicio do século 16.

- Universidade de Coimbra: em resposta a um pedido do clero em 1290, Dom Dinis fundou esta universidade em 1537. Os estudos se concentravam em teologia, medicina e direito, até as reformas feitas em 1770 por marquês de Pombal. Há dois ambientes de mais destaque, a capela São Miguel, que tem o teto ornamentado e um maravilhoso órgão barroco, e a biblioteca
Joanina, construída no inicio do século 18, com mais de 300 mil livros.

- Santa Clara, a Velha: desde que foi construído, o convento sofreu várias inundações e acabou sendo abandonado em 1677.

- Santa Clara, a Nova: o enorme convento foi construído entre 1649 e1677 para abrigar as freiras de Santa Clara, a Velha. O edifício foi projetado por um professor de matemática, João Turriano, e hoje parte dele serve de quartel ao exército.

FONTE: Guia Visual Publifolha.